Erros que sua marca não deve cometer nas propagandas

Quando nós falamos em Marketing, muitas coisas precisam ser citadas e entendidas. Nada é tão simples quanto parece ser, e todos os detalhes merecem sua atenção exclusiva. Contudo, mesmo marcas grandes acabam errando (e muito) ao comunicar uma novidade, uma nova embalagem ou até mesmo um produto. Veja alguns casos de erros em propagandas e saiba no que não se inspirar:

Erros em propagandas

1- Sem a mínima noção: uma escola de natação localizada no Rio Grande do Sul errou FEIO em um cartaz que promovia suas aulas de natação. A peça trazia a famosa imagem do menino sírio que morreu por afogamento ao tentar escapar com o pai da guerra civil na Síria.

2- Escravidão: você conhece a marca Maria Filó, certo? Uma das peças publicitárias compostas por ela trazia detalhes da escravidão estampadas… Tanto que essa peça causou comoção social, sendo retirada do catálogo. Não pegou bem eles tentarem transformar um dos momentos mais tenebrosos da história do Brasil em artigo de moda.

3- Adeus garoto propaganda: essa história aconteceu no Brasil, mas teve relevância internacional. Quem não se lembra do nadador americano que disse ter sido assaltado aqui durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016? Além de trazer problemas à delegação dos EUA durante a Olimpíada, o atleta também perdeu vários patrocinadores, dentre eles a marca de sungas Speedo.

4- Personal Brading: você já ouviu falar da Bel Pesce? Ela nada mais é do que empreendedora e autora, também conhecida como “a menina do Vale”. Bom, a Bel se juntou com mais dois amigos para abrir uma hamburgueria em São Paulo, capital. Até aí, nada demais. O problema é que, além dela pedir colaboração financeira sem oferecer nada em troca, o projeto era carente de sentido e recebeu altas críticas. Ele foi cancelado pouco tempo depois.

5- Esponja do BBB: todos os anos, vai ao ar o reality show Big Brother Brasil. Até aí, tudo bem. O problema é que, ao mostrar detalhes da cozinha, percebe-se uma esponja com cabelo Black Power. Um dos integrantes da casa achou ofensivo e escondeu a esponja. Nas redes sociais, muitos se manifestaram contra esse sistema e apedrejaram a marca. O boneco era negro e tinha cabelo afro, sendo que na parte do cabelo era localizada a esponja.

6- Usando a concorrente: a marca Nikon não poderia ter errado mais a mão! Ela utilizou a foto de uma máquina de sua concorrente Fujifilm. Muito embora o logo não apareça, quem entende de câmeras sabe bem que se trata de uma Fuji… Bom, a marca conseguiu chamar a atenção, mas com certeza não do jeito que ele esperava.

7- Gorda, eu?: uma campanha feita pela rede C&A deixou seu público bastante confuso. A modelo Maria Luiza Mendes estrelou a peça “Sou Gorda, sou sexy”, mas tal empoderamento não pegou bem. Muitos não acharam a modelo gorda e criticaram a marca dando a atender que a modelo não é gorda, mas segue o padrão normal da beleza brasileira.

Seja como for, todo cuidado é pouco! É necessário pensar e entender que existe mais de um tipo de pessoa no mundo e todas precisam ser respeitadas. Negros, brancos, pardos, amarelos… Cabelos lisos, enrolados, crespos: todos têm o seu poder e o seu tom. A melhor comunicação e a melhor estratégia de publicidade são aquelas que fluem naturalmente… Nada muito forçado para evitar erros em propagandas!

Bom, agora que você vai planejar sua campanha sem cometer gafes, aprenda Como entrar na mente do consumidor.

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